Tópicos
Dicas
Cuidados com a Trança do Animal
Dicas para o Banho do Animal
Origem dos Cavalos
Saúde animal
Sarnas em cavalos
                                             
Cuidados com a Trança do Animal
                   
         
A trança é o principal meio de manter a crina e a cauda do cavalo bem conservadas e protegidas do meio externo. Tenha em mãos uma toalha, elásticos especiais para trançar a crina, uma escova e um pulverizador com água. Separe um chumaço de pêlos e utilize a toalha para separa-lo do restante da crina. Tenha em mente que deverão ser feitas em torno de 20 tranças, portanto, o chumaço deve ser proporcional a esta medida. Umedeça o chumaço com o pulverizador para evitar que a trança fique ?esfiapada?. Faça uma trança. Terminada a traça, dobre-a ao meio juntando a ponta com a raiz, e dobre-a novamente. Prenda-a com o elástico até que a traça esteja bem firme. Repita o processo aproximadamente 20 vezes.
                                                 

Dicas  para o Banho do Animal

             

O  banho ideal dura em média de 15   a 20 minutos. O shampoo pode ser aplicado somente uma  vez por semana.
                 
                Antes de começar o banho, verifique a transpiração e a respiração do  animal. Estes dois fatores devem estar normais, caso contrário, o  contato da água fria com o corpo do cavalo, pode causar um choque  térmico.
               
                Comece sempre de baixo para cima. Molhe bem as patas, passe para as  pernas, e depois, bem devagar, molhe a barriga em toda sua extensão.  Agora é a vez das partes sexuais. Suba o esguicho para a garupa e siga  vagarosamente em direção à cernelha.
               
                Depois de molhar o pescoço, passe para a cabeça. É indispensável limpar  o focinho, o chanfro e a ganacha muito suavemente. Se o cavalo não  permitir que você use a escova, tente uma esponja ou use simplesmente  as mãos.
               
                Para lavar a cabeça do animal, diminua a pressão da água. Deixe a água  escorrer entre as orelhas. Se o animal estiver assustado, deixe ele  olhar a ducha por algum tempo.
               
                As orelhas não podem ser lavadas internamente, por isso tome cuidado  com o esguicho. Use um chumaço de algodão e um pouquinho de óleo para  remover a cera.
               
                Não jogue água nas narinas. Use uma esponja macia ou simplesmente a mão.
               
                Não esqueça da crina e da cauda. Após lavar a cabeça do animal, vire a  crina toda para um lado e use a escova para desembaraçar. Coloque a  cauda de molho no balde com água e shampoo, depois, use as mãos para  lavar. Se necessário, use a escova para desembaraçar.
               
                Para terminar o banho, pegue o escorredor e passe pelo corpo inteiro do  animal, de cima para baixo, acompanhando o sentido da musculatura.
                Conforme ele for secando, você pode pentear a crina e a cauda várias  vezes, até que ambas fiquem bem soltas e desembaraçadas.
                No banho com shampoo, use um balde com três partes de água para uma de  shampoo. Mergulhe a luva (ou esponja) na mistura e vá passando sobre  todo o corpo do animal, sempre em movimentos circulares.

                                                 
           

Origem dos Cavalos

                                                                                                     
Os cientistas acreditam que o mais antigo antepassado do cavalo era um  pequeno animal com 25 a 50cm de altura. Dão a esse animal o nome  científico Eohippus - em português, eoípo.
                                                                                                                                                                         

O  eoípo viveu a cerca de 55 milhões de anos na parte do mundo que é hoje  a Europa e a América do Norte. Esses cavalos pré-históricos tinham o  dorso arqueado (curvo) e o nariz em forma de focinho. Tinham 4 dedos  nos pés dianteiros, e três dedos noss pés traseiro. Cada dedo terminava  com um pequeno casco separado. Grandes almofadas

s

resistentes evitavam que    os dedos tocassem o chão. Eram essas almofadas que sustentavam o peso do    animal.

                                                                                                                                                                         

O mais importante antepassado do cavalo, a seguir, foi o Mesohippus - ou em português mesóipo. Ele viveu a cerca de 35 milhões de anos  atrás. O mesóipo tinha em média 50cm de altura, e suas pernas eram  cumpridas e finas. Cada pé tinha três dedos, sendo que o do meio era o  mais longo.

  s

Há cerca de 30 milhões de    anos o mesóipo deu lugar ao Miohippus em português miópio. Este tinha cerca de 70cm de altura, e seu dedo  médio era mais comprido e mais forte do que o de seus antepassados.
                         
                    Animais parecidos com o cavalo continuaram a evoluir, e há cerca de 26  milhões de anos o Merychippus se desenvolveu, tinha cerca de 1m de altura. Como o miópio ele tinha  três dedo, entretanto os laterais eram quase inúteis, terminava em um  casco curvo que sustentava o peso inteiro do animal.
                   
                    Em 1 milhão de anos atrás, os cavalos tinham provavelmente a mesma  aparência do cavalo moderno pois se tornaram maiores do que seus  antepassados. Os dedos laterais se transformaram em ossos laterais das  patas e deixaram com que o casco central, grande e robusto, sustentasse  o peso do animal. Os dentes também mudaram, passaram a ser mais aptos a  comer capim. Os cientistas agrupam esses cavalos junto com seus  antepassados em um gênero chamado Equus.
                   
                    Não se sabe onde se originaram os cavalos de hoje, mas fósseis indicam,  que na era glacial, eles viviam em todos os continentes, exceto na  Austrália. Grandes manadas vagavam pela América do Norte e Sul.  Posteriormente, por uma razão desconhecida, eles desapareceram do  hemisfério ocidental.

         
                                                 
           

SARNAS EM CAVALOS

           

São os eqüinos em geral parasitados por várias espécies de Sarnas,  entre as quais as seguintes: Psoroptes equi, que ataca preferentemente  as zonas do corpo revestidas por pelagem mais densa, tais como o topete  e a crina, seguindo-se em ordem de freqüência as regiões escapular e a  de inserção da cauda. Raramente ataca as regiões como o ventre, garupa,  curvilhão ou orelhas, e quando isso acontece, em geral está associada  com a Sarna Sarcóptica que será mais especificamente tratada abaixo.  Para seu tratamento, simples banhos com água e sabão, preferentemente  sendo este do tipo sarnicida, são suficientes para debelarem o parasita  Chorioptes equi, ou simplesmente Sarna Corióptera, também conhecida  como Sarna da patas, pelo fato de quase sempre encontrar-se o parasita  localizado nessa região exterior do animal. Produzindo intensa coceira,  os animais quando parasitados demonstram-se irritadiços, andando de um  lugar para outro sem se manterem calmos como usualmente acontece quando  não parasitados. Dão patadas contra o chão, golpeiam com suas próprias  patas as paredes dos locais onde se encontram alojados, mordem-se assim  como os objetos circunvizinhos, demonstrando assim o prurido que sentem  em suas extremidades. Essa irritação do animal é mais intensa  principalmente a noite devido a grande atividade do ácaro parasita  nesse horário, levando o dono ou o tratador do animal a pensar  tratar-se de vício do animal. Durante os meses mais quentes há remissão  dos sintomas, que tendem a voltar quando durante o Inverno ou noites  frias, daí ser conhecida também pelo nome de Sarna Invernal. Afeta  inicialmente e mais freqüentemente as extremidades posteriores que a  anteriores, e principalmente as chamadas regiões das quartelas. Invade  em seguida as regiões das espáduas, do pescoço e do tronco, para  invadir em seguida todo o corpo do animal. Aqueles animais de porte  mais avantajado e de pelagem mais densa, pelos alemães chamados de  Animais de " sangue frio ", são mais freqüentemente e primeiro  parasitados que os demais com os quais convivam, e principalmente  aqueles mais deficientemente cuidados com banhos ou simples  rasqueamentos. As zonas da pele atacadas pelo parasita, apresentam-se  com infiltrações serosas e formação de nódulos e vesículas, para em  seguida aparecerem crostas e por fim engrossamento cutâneo resultante  da cornificação epidérmica (hiperqueratose). Por fim sobrevem queda de  pêlos, e aparecimento de um eczema seco nesses locais parasitados. Com  o passar do tempo sem tratamento condizente, pode evoluir para Eczema  úmido e mesmo flegmonoso, sobrevindo calosidades e rugosidades das  quartelas, daí o nome que lhe é dado de: pé eriçado. Juntam-se ao  quadro lesões traumáticas nesses locais, produzidas pelo ato de coçar  mordendo a região pelos próprios animais. Sarcoptes equi, ou  simplesmente Sarna Sarcóptica, também chamada de Escabiose por  semelhança com a produzida no homem e em algumas espécies animais pelo  seu primo Sarcoptis scabiei. Diferentemente das anteriores, esta  espécie dá preferência para localizar-se em zonas da pele revestidas  por pêlo mais curto. Em geral começa atacando a região da cabeça do  animal, arcadas orbitarias, nariz, lábios e orelhas. Avança em seguida  para o pescoço e região escapular, e nos cavalos utilizados como  montaria ou tração, na região da sela. Todo o corpo pode ser invadido  pelo parasita em prazo curto de 4 a 6 semanas, porém, excepcionalmente  são parasitadas as regiões baixas como ventre e extremidades do corpo.  Provoca prurido intenso, principalmente durante a noite. É mais  freqüente que a Psoróptica, podendo associar-se a esta, produzindo  então um quadro clínico não definido como quando acontece estar  presente sozinha. PATOGENIA - Tanto aquela psoróptica quanto a  Sarcóptica, conforme já descrito, o que chama a atenção é o  aparecimento de nódulos da pele, apresentando-se os folículos pilosos  carcomidos, além de pontos avermelhados nas regiões mais claras (  despigmentadas), devido infiltração serosa da epiderme. Algumas vezes  podem ser claramente visíveis hemorragias cutâneas. Evolui para  vesículas, e em algumas vezes para pústulas cutâneas.O conteúdo dessas  vesículas que se rompem junto com as células de descamação da epiderme  desprendidas por queratinização, formam verdadeiras escamas cobrindo a  pelagem do animal e de coloração branco-acizentada. Sua aglutinação dá  origem as crostas que sobrevem sobre a pele, o que serve também de  estímulo para novos processos de queratinização cutânea. De permeio a  essas crostas são encontradas verdadeiras galerias que servem de abrigo  ao parasita e com o qual se nutre, além do próprio sangue do animal.  Pela debilitação do próprio pêlo, sobrevem sua queda e em conseqüência  o aparecimento de zonas depiladas na superfície parasitada. TRATAMENTO  - Entre os existentes, quando o número de animais parasitados é  suficientemente grande que o justifique, podem ser utilizados câmaras  fechadas, onde é insuflado anidrido sulfuroso, na proporção de quatro e  cinco por cento com o ar atmosférico e na temperatura de 25-30 graus  durante pelo menos uma hora. Deve esse tratamento ser repetido pelo  menos durante uma semana e diariamente. Aplicações sobre a pele,  principalmente se o parasitismo for localizado como na cabeça e  pescoço, e o número de animais for pequeno, são indicadas soluções com  os seguintes medicamentos: Em primeiro lugar aplicação de solução de  Hipossulfito de sódio a 40 %, com utilização de um pincel ou brocha,  para logo em seguida ser aplicada uma solução de Ácido Clorídrico a 4  %. A reação química que sobrevem entre essas soluções,dá origem ao  Enxofre nascente, que tem ação fortemente acaricida, debelando o mal e  o parasitismo dessas regiões do animal. Medicamentos do tipo: Acarsan,  que contem Benzoato de Benzila também têm indicação e são utilizados  quando o número de animais for pequeno. Igualmente sabões medicinais  Sarnicidas, também podem ser utilizados em banhos diários dos animais,  assim como lavagem dos utensílios utilizados no trato dos próprios  animais, como escovas, raspadores, arreios e baixeiros de selas e  arreios, assim como panos utilizados. Alguns inseticidas de contato, a  base de substâncias fosforadas ou cloradas, também podem ser  utilizadas, desde que se tomem os devidos cuidados para ser evitada  absorção pela pele, e conseqüente intoxicação do animais tratados. Como  última recomendação para evitar-se que tais parasitas cheguem até os  animais, recomendaria banhos diários dos eqüinos do plantel,  simplesmente com água, sabão e escova, alem de cuidados especiais no  uso de objetos ou arreios de terceiros que podem estar contaminados por  parasitas

         
   
 
ONDE ESTAMOS
 
Rua Ezídio Baladelli, 398, Dist. Ind
CEP: 87200-000 - Cianorte - PR
Telefone: +55 (44) 3351-3934
  Ver no mapa!
   
Ciarin Metais © 2009 - Todos os Direitos Reservados - Cianorte - Paraná